Engenharia elétrica para subestações com integração entre estudos, arranjo, proteção, aterramento, controle e documentação executiva.
A DJN desenvolve projetos de subestações considerando o sistema elétrico como um conjunto integrado: equipamentos de potência, proteção e controle, aterramento, infraestrutura, cabos, edificações e interfaces com a rede de média e alta tensão.
O escopo pode ser estruturado por disciplina ou contratado de forma integrada, conforme a etapa e a maturidade do empreendimento.
A engenharia é organizada para que as diferentes disciplinas conversem entre si, reduzindo conflitos de projeto e garantindo coerência entre estudos, equipamentos, layout e documentação.
Implantação dos equipamentos, barramentos, estruturas, afastamentos, acessos, áreas operacionais e corredores de manutenção, considerando requisitos elétricos e construtivos.
Definição da topologia elétrica, entradas e saídas, barramentos, transformadores, disjuntores, seccionadoras, TCs, TPs e demais equipamentos de manobra e proteção.
Estudos de fluxo de carga, curto-circuito, carregamento de equipamentos, queda de tensão, níveis de curto e demais verificações necessárias ao dimensionamento.
Filosofia de proteção, funções ANSI, coordenação e seletividade, curvas tempo-corrente, ajustes de relés e documentação dos sistemas de proteção.
Projeto da malha de terra, interligações equipotenciais, condutores, hastes e conexões, com avaliação dos potenciais de toque e passo durante faltas.
Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas, captação e descida, integração com o aterramento e avaliação das zonas de proteção dos equipamentos.
Rotas de cabos de potência, controle e proteção, canaletas, eletrodutos, caixas, travessias, dimensionamento e organização da infraestrutura elétrica.
Especificação e integração de transformadores, disjuntores, seccionadoras, para-raios, transformadores de instrumento, barramentos e demais equipamentos.
Arquitetura de comando e controle, circuitos CA e CC, bancos de baterias, carregadores, painéis, intertravamentos e alimentação dos sistemas auxiliares.
Integração de IEDs, relés, supervisão, SCADA, sinalização, medição e interfaces de comunicação, conforme a arquitetura do empreendimento.
Integração entre engenharia elétrica e disciplinas complementares: bases de equipamentos, estruturas, edificações, drenagem, vias internas e cercamento.
Plantas, cortes, detalhes, diagramas, listas, memoriais, especificações, quantitativos e documentação organizada para execução, contratação e aprovação.
Antes do detalhamento dos equipamentos e da infraestrutura, os estudos elétricos ajudam a definir as condições de operação, os níveis de solicitação e os requisitos de proteção.
Avaliação de carregamento, tensões, perdas e condições operativas em diferentes cenários.
Determinação das correntes de falta para verificação de equipamentos e sistemas de proteção.
Coordenação das proteções para limitar a área desligada e manter a seletividade entre dispositivos.
Verificações de capacidade, queda de tensão, esforços térmicos e demais critérios aplicáveis.
Subestações destinadas ao atendimento de instalações comerciais, industriais e grandes consumidores.
Infraestrutura de potência integrada aos processos, cargas críticas, motores e sistemas auxiliares.
Integração de geração com a rede elétrica, incluindo interfaces de média e alta tensão.
Ampliação de capacidade, substituição de equipamentos, adequações de proteção e atualização de instalações existentes.
A modelagem BIM pode ser aplicada à implantação da subestação, edificações, estruturas, equipamentos, canaletas e demais elementos do empreendimento, permitindo compatibilização espacial e produção coordenada da documentação.
Envie informações como tensão, potência, tipo de empreendimento, localização, estágio do projeto e requisitos da concessionária ou do cliente.